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Dicere Aude

Ousa dizê-lo, ousa partilhá-lo! Não porque pretendo incendiar o mundo, mas porque pretendo deixar o meu coração incendiar-se.. e lentamente deixar fluir um pouco por palavras aquilo que me vai dentro, no pensamento e no coração! Escrever é isso!

Dicere Aude

Ousa dizê-lo, ousa partilhá-lo! Não porque pretendo incendiar o mundo, mas porque pretendo deixar o meu coração incendiar-se.. e lentamente deixar fluir um pouco por palavras aquilo que me vai dentro, no pensamento e no coração! Escrever é isso!

Ao som do piano...

 

Ao som leve do piano…

Ao seu sabor doce e ritmado...

Sou livre de pensar,

Sou livre de imaginar,

 

As letras não me distraem

Em cada melodia sou livre de criar

Uma história… a minha história…

Ou outra qualquer

 

E no auge de tudo,

sou livre de me encontrar com o teu olhar

Sou livre de te querer

De te odiar… não importa

 

As notas me levam,

Numa te desejo, noutra…

Quem sabe não…

Mas sempre ao ritmo suave do piano

 

Sem letras, sem outras histórias

Crio aquela que o meu coração deseja

Ou aquela que receia

Porque na verdade não sei…

O meu coração não sabe…

Das múltiplas faces do amor

 

Jocilene Lima 30-11-2013

 

A ETERNIDADE

 

A propósito de a Igreja comemorar o Dia de Todos os Santos num dia e o Dia dos Fiéis Defuntos no outro, não pude deixar de pensar nestas palavras de BENTO XVI: a ETERNIDADE não é «uma sucessão contínua de dias do calendário, mas algo parecido com o instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade» do ser, da verdade e do amor. A Igreja convida-nos, de uma certa forma, a olhar pela vida, uma vida que nos propõe ser de entrega e doação, plena em cada sentido, sim porque a SANTIDADE não é algo inalcançável, é uma vocação de todos nós, é uma entrega e COMPROMISSO com o BEM que somos chamados a fazer todos os dias; e depois a morte, que de certa forma é o prolongamento da vida, numa outra dimensão, incompreensível e inalcançável, mas ao mesmo tempo divino e pleno quando acreditamos! SE escolhemos viver em compromisso com o Bem, não devemos ter medo da morte, que é lucro, como diz São Paulo, pois: "Uma só coisa pedi ao Senhor, a ela busco: habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida e ver as delícias do Senhor "(Sl 26,4).